Vivian Maier, uma fotógrafa além do seu tempo

E aí, amigos(as) fotógrafos(as), tudo bem?

A dica de hoje vai praqueles que estão querendo ver um bom filme/documentário sobre fotografia.

Esta é uma das histórias mais legais e surreais que eu ouvi/vi nos últimos tempos. Estou falando da “Vivian Maier”. Conhecem ou já ouviram falar dela?

Seguem um trechinho tirado do Wikipédia:

“Vivian Dorothea Maier (Nova Iorque, 1 de fevereiro de 1926 – Ilinóis, 21 de abril de 2009) foi uma fotógrafa norte-americana que especializou-se na chamada street photography (fotografia de rua).

Maier passou a sua infância na França e após voltar para os Estados Unidos, trabalhou como babá por mais de 40 anos e durante este período, em seus dias de folga, fotografou a cidade de Nova Iorque, focando nas ruas, nas pessoas e nos edifícios, sempre com a sua câmera Rolleiflex. Foram mais de 150 mil fotografias mostrando as pessoas e a arquitetura da sua cidade natal, além de Los Angeles e Chicago entre as décadas de 1950 e 1960. Vivian também fez viagens internacionais, como para Manila, Bangkok, Pequim, Egito, Itália, sempre registrando, fotograficamente, as ruas das cidades.”

O mais interessante é que ela só ganhou fama após sua morte, já que ela não publicava seu ‘trabalho’. Seus filmes foram colocados em leilão e comprados por John Maloof que estava fazendo um trabalho sobre a década de 50 e queria algumas fotos de época.

Não preciso dizer que John é um dos caras mais sortudos deste mundo, né?

A história completa você pode ver nos documentários “Finding Vivian Maier” (veja o trailler), que infelizmente não está mais no YouTube e em “Vivian Maier, Who Took Nanny’s Pictures?”.

Bons cliques e bom filme!!!

Vivian Maier em um autorretrato.

Os cortes!!!

E aí fotógrafos, tudo bem?

Hoje vamos falar sobre os cortes e o quanto eles são importantes na fotografia.

Observem abaixo:

Ops… não é bem sobre esses cortes que vamos aprender…

Então vamos tentar de novo:

Agora sim, é sobre isso que vamos falar. E olhem que belo corte.

“Mas esse corte de cabelo está horrível. Totalmente errado!”

Calma… não é o corte do cabelo e sim o corte da fotografia.

O que isso significa?

Além do fotógrafo saber onde posicionar a pessoa, é de suma importância que ele saiba onde deve ‘cortar’ a pessoa para que não passe uma impressão errada.

Veja o exemplo abaixo:

Este corte bem no joelho não é aconselhável. Veja como ele é esteticamente inadequado. O ideal é que o corte seja feito um pouco acima ou um pouco abaixo do joelho. Como regra geral, nunca faça o corte nas “juntas”.

E para facilitar o entendimento, segue um desenho onde as linhas verdes são bons lugares para corte e as vermelhas bem ruins.

Clube da Luz - composição

Por hoje é isso pessoal. Espero que tenham gostado.

Até breve e boas fotos!

Acervo da Revista Life

Nem todo mundo sabe…

A Revista Life foi um dos mais importantes veículos de publicação de fotografia jornalística e social, nas décadas de ouro da fotografia do século 20.  A revista se foi, mas o acervo está disponível através de uma iniciativa do Google, que hospeda todo o acervo.

As famosas fotografias de Robert Capa, do desembarque das tropas aliadas na Normandia no Dia D, apareceram na Life, por exemplo.  A sequência de imagens do assassinato do presidente Kennedy, nos anos 60 também está lá. Trabalho de fotógrafos famosos, como Alfred Eisenstaedt e Nina Leen também estão lá.

Ao pesquisar imagens no Google, é possível pesquisar seu assunto no acervo da Life. Para isso, basta acrescentar no campo de busca, após o tema/nome da pesquisa, source:life. Por exemplo: Marilyn Monroe source:life.  Ou vá direto para o site do acervo da Life no Google.

O acervo da Life também tem seu site próprio, mantido pela Time, mais moderno e bem diagramado. É visita obrigatória pra quem gosta de fotografia.